NOVA ENTREVISTA A JORGE GABRIEL
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Humberto Domingues
Enf. Espec. Saúde Comunitária
2022.05.25
Este meu projecto é mais um desafio, que inicio! Neste Blogue quero deixar a minha mensagem no âmbito da Enfermagem. Para além disso, partilhar também outros textos, indicadores, e mensagens que entenda sejam oportunas. Espero contar com muitas visitas. Da mesma forma, desejo receber as Vossas mensagens e partilhas. Assim, tenha eu engenho e arte para fazer chegar-vos a minha mensagem, pensamento e escrita, num pequeno e humilde contributo para a ENFERMAGEM! Humberto Domingues 2018.12.22 – 14h30
NOVA ENTREVISTA A JORGE GABRIEL
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Humberto Domingues
Enf. Espec. Saúde Comunitária
2022.05.25
MENSAGEM MINISTRA DA SAÚDE
DIA INTERNACIONAL DO ENFERMEIRO
Link:EU, NA PRAÇA DA ALEGRIA NO DIA INTERNACIONAL DO ENFERMEIRO
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Hoje, no Dia Internacional do Enfermeiro, estive na RTP-1, no programa Praça da Alegria, a representar os Enfermeiros e a deixar o meu testemunho, de quem se infectou na prestação de cuidados e esteve internado em Cuidados Intensivos, onde quase morri.
Uma palavra de gratidão a tofos que cuidaram e trataram de mim, particularmente aos Enfermeiros, e a Todos os Colegas e Amigos.
Um obrigado sempre especial e muito presente à minha Esposa, Filhos, Pais e Irmão e Toda, Toda a minha Família.
Gratidão!
Humberto Domingues
Enf. Espec. Saúde Comunitária
2022.05.12
ENFERMEIROS E TODOS PELA SAÚDE, EM CONGRESSO!
A Ordem dos
Enfermeiros, com um título muito feliz –“Todos pela Saúde”- vai reunir em
Congresso de 5ª. feira a sábado, na linda cidade dos Arcebispos-Braga. Um
Congresso que conta com 1400 inscritos/participantes, com representações,
comitivas e congressistas da Europa e dos PALOPs. Também representantes das
várias Ordens dos Enfermeiros destes países.
A expectativa é de
que seja um Congresso fabuloso, tocando inúmeras temáticas cruciais e indispensáveis,
focadas no cuidar, no tratar, na investigação e a necessidade de investimento
quer em recursos humanos, quer em instrumentos, tecnologia, telemedicina,
instalações e infraestruturas, face à necessidade de dar respostas certas,
oportunas e com equidade e em tempo útil, ao Cidadão doente e à Comunidade. Não
faltará a dimensão religiosa e o cuidado espiritual. No fundo adequar
ferramentas e conhecimentos para um “Sistema de Saúde” e para a promoção da
literacia em saúde.
Os Enfermeiros são
parceiros insubstituíveis com o seu saber, especialização, forma de ver
holisticamente o Cidadão/Família/Comunidade, na composição das equipas
multidisciplinares, cada vez mais necessárias e imprescindíveis, nas decisões
de intervenção, tratamento, reinserção e alta.
Falar hoje em Saúde,
para a Saúde e suas “latitudes”, deixou de ser “propriedade única” de uma
profissão ou classe, seja ela qual fôr! A especificidade e o sentido da palavra
“SAÚDE” é hoje de tal forma amplo, abrangente, complexo e desafiador, que
nenhuma classe profissional, só por si, consegue dar resposta às necessidades e
exigências que se colocam aos profissionais de saúde. Se por um lado a “BIO” do
indivíduo sofre “anomalias” devido a disfunções, malformações, afectação por
outros agentes químicos e/ou biológicos, é bem certo também, que o ambiente, a
natureza, o ADN, a origem geográfica do indivíduo, têm influência no seu estado
de saúde. As equipas de saúde têm que perceber e bem, esta realidade global,
“mutante” e de mobilidade, para intervir localmente e em cada comunidade,
acertadamente.
No âmbito da
gestão, a saúde tem recursos finitos. Estes são cada vez mais escassos e caros.
Face ao aumento da esperança de vida, as comorbilidades e às exigências e
necessidades do presente e, as que se adivinham para um futuro muito próximo,
há que ter no horizonte a necessidade de recrutar, formar e fixar aos quadros
das instituições, mais profissionais de saúde, entre os quais Enfermeiros, que
hoje já são deficitários no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Há necessidade de
criar e oferecer condições de carreira e remunerações atrativas para que estes
não emigrem. O SNS não pode perder o seu know-how
com a “sangria” de profissionais e o desinvestimento que se vem sentindo. O SNS
robusto, faz falta aos Cidadãos e a Portugal. Basta pensar, com a Pandemia, se
Portugal não tivesse o SNS, como seria? Na vacinação COVID, se não tivesse os
Enfermeiros que tem, como alcançaria a excelente taxa de cobertura e vacinação?
Os Cidadãos têm o
dever e o direito de exigir boas condições de tratamento, mas para isso, devem
compreender, permitir e exigir bons e competentes profissionais que lhes
prestem bons cuidados, em condições condignas.
Hoje com toda a
experiência tida e vivida, sabemos da necessidade de reflectir sobre o futuro
do Sistema de Saúde: O que temos, o que queremos e o que somos capazes de
conseguir, construir e organizar. Que recursos terá este Sistema de Saúde e que
orçamento lhe estará reservado? Os Enfermeiros não ficarão arredados desta
sadia, urgente e necessária discussão, com participação activa. Têm um
manancial enorme de contributos, visão e opinião fundamentada que só engrandece
esta discussão. Ficará provado neste Congresso, com a partilha de muito
trabalho de investigação, com evidência científica, que são contributos a
acolher, para conseguirmos uma “boa Saúde para Todos”. Mas também, não pode
haver, seja qual for o modelo de Sistema de Saúde, capaz, moderno, evolutivo e
de resposta às necessidades em Saúde, se os seus profissionais não forem os
melhores, mais motivados e remunerados.
Em Portugal
precisamos de fazer, também na Saúde, uma profunda e séria reflexão sobre os
seus Recursos Humanos. Não há dúvida de que os Enfermeiros têm uma profissão de
risco e de desgaste rápido. A idade da reforma tem de ser repensada. Com a
Pandemia podemos verificar que se acentuou o desgaste físico, psicológico e os
altíssimos níveis de stress a que os Enfermeiros estiveram sujeitos e expostos!
Estas questões são evidências, não são especulações! O Governo tem que
seriamente abrir o debate sobre estas questões, chamar os parceiros à mesa de
efectivas negociações e resolver de uma vez, alguns assuntos, que só por
cegueira política e preconceitos ideológicos, ainda não foram resolvidos.
Quanto ao Congresso
dos Enfermeiros – TODOS PELA SAÚDE – vai
escrever-se na história da Ordem, na cidade dos Arcebispos, com partilha com a
Europa e com os PALOPs, mais uma página de ouro, de riqueza científica e de
dinâmica de trabalho e do conhecimento.
Humberto Domingues
Enf. Espec. Saúde
Comunitária
2022.05.03
CONGRESSO ORDEM DOS ENFERMEIROS
TODOS PELA SAÚDE
5 a 7 de Maio - BRAGA
Humberto Domingues
Enf. Espec. Saúde Comunitária
2022.05.03
QUE LIBERDADES E VALORES DO 25 DE ABRIL, QUEREMOS?
Estamos perto de
comemorar os 50 anos da “Revolução de Abril”. Temos até Já, mais tempo de
democracia do que os anos de ditadura.Com o 25 de abril construiu-se a ideia
romântica da conquista da liberdade e direitos “iguais para Todos”!
E eis que,
precisamente na preparação destes 50 anos do 25 de Abril de 1974, o responsável
por esta preparação e organização cerimoniosa é o que expõe uma das muitas desigualdades
que a democracia nos trouxe, ao auferir um vencimento de vários milhares de
euros (4.500€/mês). Este vencimento é atribuído ao “Comissário” (do PS)
Executivo das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, com início destas
comemorações a 24 de Março de 2022, terminando a 31 de Dezembro/2026.
Entretanto, este mesmo “Comissário” é nomeado Ministro da Cultura, no XXIII
Governo Constitucional.
Quantos Cidadãos
auferem este vencimento mensal? Quantas pessoas têm como reforma este valor?
Quantos cidadãos têm como rendimento 4.500€ anuais, até? Incompreensíveis estas
“igualdades” de Abril!
Apesar da melhoria
da qualidade de vida, que é indiscutível, acesso à educação, à saúde e à
segurança social, hoje estamos, em certa medida e em relação a momentos já vividos,
em regressão a esses valores e condições de vida, desta jovem democracia.
As condições de
trabalho são medianas, os vencimentos e remunerações são baixos. Um salário
mínimo baixo e o salário médio que se esbate em achatamento, na aproximação ao
mínimo e não, na progressão idêntica à valorização do salário mínimo.
Apesar do direito à
saúde ser uma conquista importante e a existência de um Serviço Nacional de
Saúde (SNS) inquestionável, o acesso aos cuidados de saúde é francamente
desigual, desequilibrado e sem equidade. Faltam profissionais de saúde,
nomeadamente Enfermeiros, para dar uma cabal resposta às necessidades reais de
cuidados de saúde aos cidadãos doentes.
A política não
actua de forma igual, na defesa e expressão livre dos cidadãos, servindo antes,
interesses partidários e opções menos claras e transparentes, em favor de uma
reduzida “casta”. O Estado não protege, não compensa, nem repõe como devia, o
património dos Cidadãos, que cabia ao Estado proteger. Muitos partem desta vida
terrena, sem verem os seus bens e direitos repostos, em tempo e com justiça:
veja-se os casos dos incêndios de Pedrogão, indemnizações a bombeiros feridos e
queimados, a polícias agredidos e mortos no desempenho de funções, enfermeiros,
médicos e professores agredidos, quando ao serviço dos Cidadãos, etc.!
Cidadãos que
trabalham uma vida, cheia de sacrifícios e pagamento de exorbitantes impostos,
auferem míseras reformas, muitas delas andando nas escassas três centenas de
euros, muito inferiores aos subsídios de muitos que não querem trabalhar
(Rendimento Social de Inserção) ou então de imigrantes e/ou refugiados (não
estou a falar nos de agora-Ucrânia) subsidiados pela UE.
Vemos estádios de
futebol cheios de pessoas, de agressões e impropérios, mas “ocos” de riquezas
de outra cultura ou valores!
Vemos a exigência
de muitos direitos, mas o contributo para os deveres com a Sociedade, sempre
adiados.
Vemos um Estado
gastador e capturado pelas clientelas partidárias, onde impera na ocupação dos
lugares e boas colocações, a afinidade com o cartão de militância (hoje mais do
que nunca), em desfavor da competência, da capacidade de trabalho e de gestão
de recursos e do serviço prestado aos Cidadãos.
Vemos uma imprensa
(não toda) sem isenção, vergada ao poder político vigente, que influencia, que
deturpa, com grandes lacunas de rigor e de erros ortográficos, de escrita e de
informação tendenciosa, diária e permanente. Esta Imprensa, hoje, capturada por
subsídios governamentais – aqueles 15 milhões, lembram-se?
Vemos uma Sociedade
acomodada, pouco exigente, pouco empreendedora e manifestamente tolerante com a
perda de direitos. Uma Sociedade acantonada no nada e assustada, maquiavelicamente
manipulada!
Como alguns dizem,
rostos e valores de Abril esquecidos ou que se tentam fazer esquecer.
Desvalorização de um 25 de Novembro/75, onde verdadeiramente se estabilizou a
democracia representativa em Portugal.
E precisamente, um
dos grandes obreiros da estabilidade e do equilíbrio democrático, General
Ramalho Eanes, o primeiro Presidente da República eleito, que nas comemorações
dos 40 anos das Eleições Presidenciais em democracia, profere uma frase
provocatória, filosófica e real: “A República de Abril oferece todas as
liberdades, mas esqueceu-se que é necessário criar cidadãos, sobretudo através
da educação. Pouco se fez para que a cidadania adulta, exigente e participativa
existisse.” Isto foi em 2016. Hoje, em 2022, mais evidente e mais sentido faz
esta frase.
Temos uma Justiça
lenta, desigual, cara e que, quando julga, muitas vezes não se faz justiça,
face ao lapso de tempo entre o início e a sentença transitada em julgado.
Assim… não há justiça, justa!
Chegados aqui,
interessa perguntar:
Que liberdades, que
igualdades, que oportunidades, que pensamento crítico, que Abril nos quis
trazer e quais os que ainda existem? Quais os que a Sociedade deve rejeitar,
promover e fortalecer? Quais os que deve recusar, logo?
Quais os desígnios
que a Sociedade Portuguesa vai querer manter, contra atropelos e complexos
ideológicos?
Quais os que deve
afirmar e defender num País e numa Europa pluralista?
Terá a Nossa
Sociedade capacidade, sem fundamentalismos, nem preconceitos, para se insurgir
contra a tentativa do apagamento de um passado glorioso, conquistador e
corajoso? E que coragem lhe restará hoje, para combater as ditaduras (ainda que
encapotadas), os radicalismos de esquerda ou direita, e defender o pluralismo e
os direitos do Homem, com princípios e valores humanistas e de respeito pelas
diferenças e minorias?
Humberto Domingues
Enf. Espec. Saúde Comunitária
2022.04.20
VI CONGRESSO DOS ENFERMEIROS
GOVERNO NOVO, PROBLEMAS VELHOS!
No passado dia 30
de Março, tomou posse, perante Sua Excelência o Presidente da República, Prof.
Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, o XXIII Governo Constitucional, liderado pelo
Sr. Primeiro-Ministro, Dr. António Costa. Governo este suportado pela
expressiva votação que lhe deu maioria absoluta.
É um Governo novo, mas com muitos Ministros e Secretários de Estado que transitaram o anterior executivo, como é o caso da Sr. Ministra da Saúde, Doutora Marta Temido. Para além de ser um Governo novo, trás consigo problemas velhos, que vêm de anteriores Governos do Partido Socialista e de outros, também!
Assim, com um novo Governo que mereceu a concordância do Sr. Presidente da República e com a larga maioria absoluta no respaldo do plenário da Assembleia da República, não há desculpas, nem com a “Pandemia”, nem com a “guerra” nem com falta de apoio político, para que o Governo não faça e não corrija as desigualdades, as injustiças e os erros do passado, nomeadamente no SNS e com os Profissionais de Saúde, onde sobressaem, os Enfermeiros.
Podemos dizer que chegou o momento da verdade!
Sendo certo que,
com a apresentação do Programa do Governo e aprovado o Orçamento de Estado, com
6 meses do ano já decorrido, pouco haverá a fazer, mas há sempre tempo para
iniciar o cumprimento de promessas eleitorais, como por exemplo a reposição dos
pontos de contagem de tempo aos Enfermeiros, em 2022, como afirmou o Sr.
Primeiro-Ministro, se o Governo não tivesse “caído”, o Orçamento chumbado e a
Assembleia da República dissolvida.
·
Reconhecimento
da Profissão de Enfermagem como de desgaste rápido e atribuição de subsídio de
risco;
·
Atribuição
da reforma aos 60 anos de idade;
·
Abertura
de concursos para Enfermeiros Especialistas e Enfermeiros Gestores;
·
Colmatar
as faltas de Enfermeiros nas diferentes Regiões do País, nos Hospitais, Centros
de Saúde e Unidades Funcionais;
E será o momento da verdade
também, para:
·
Posicionamento
dos diferentes Grupos Parlamentares, face às propostas do Governo, nomeadamente,
para o SNS e para a Carreira de Enfermagem, e contagem dos pontos de tempo de
serviço;
·
Postura
dos Sindicatos dos Enfermeiros, dos Médicos e da Função Pública;
·
Daqui
para a frente, o que dirá, o que fará e que autoridade usará Sua
Excelência O Presidente da República, Prof Doutor Marcelo Rebelo de Sousa?
Como cidadão e como Enfermeiro, que acredito plenamente no SNS e nas suas virtudes, desejo à Srª. Ministra, as melhores felicidades e um bom mandato do seu ministério, ao serviço da Nação. Desejar as melhores felicidades à Srª. Ministra da Saúde é desejar que passe a escutar, respeitar e dialogar com os Enfermeiros, como Classe mais numerosa do SNS e resolva as injustiças que perpetrou até agora, numa luta política nunca antes vista. É desejar que sejam cumpridas as dotações seguras nos serviços, para bem dos Cidadãos doentes e dos profissionais, também. É desejar que deixe de haver urgências e serviços de Pediatria encerrados por falta de médicos. É desejar que as grávidas possam dar à luz nas suas regiões e não tenham que fazer 200 e mais quilómetros, para os hospitais de Lisboa, por falta de Equipas nos seus hospitais de referência. É desejar que as listas de espera de cirurgias e primeiras consultas de especialidades não sejam adulteradas e efectivamente se reduza o tempo de espera.
Permita-me Srª. Ministra lembrar-lhe que, os políticos passam e o seu poder é efémero, mas as instituições ficam. O SNS é uma instituição, já com mais de 40 anos, que merece todo o respeito, assim como os Enfermeiros e todos os outros Profissionais de Saúde, porque estes serão sempre técnicos, e são eles, que asseguram a qualidade dos cuidados prestados ao Cidadão e, por isso mesmo, merecem o seu maior respeito. É tempo de abrir o diálogo, conversações, negociações e trabalho conjunto profícuo, deixando para trás as desconfianças, os insultos, a perseguição e as difamações. Este seria o momento certo de pacificação e diálogo que aconteceria, com a responsabilidade política aumentada da Srª. Ministra da Saúde, sendo certo que esta responsabilidade política é também repartida em grande medida, para o bem e para o mal, com o Sr. Primeiro-Ministro, Dr. António Costa.
Assim, sem sofismas nem cinismo, desejo que a Srª. Ministra da Saúde possa (re)entrar, agora, com o “pé direito” no seu Ministério, e que o período de campanha eleitoral e eleições lhe tenham dado um pouco de humildade, aumentado a capacidade de ouvir e escutar os Enfermeiros e respeitar as diferenças, para uma sadia convivência democrática, em favor do cidadão que merece ser cuidado, tratado e atendido na sua dimensão holística, com um SNS à altura dos seus desígnios constitucionais. E também, porque a 7 de Março se comemora o “Dia Internacional da Saúde”.
Humberto Domingues
Enf. Espec. Saúde Comunitária
2022.04.07
DIA MUNDIAL DA SAÚDE-7 DE ABRIL
“Nosso planeta, nossa saúde” é o tema deste ano do Dia Mundial da Saúde, que se assinala a 7 de Abril desde 1950. Todos os dias os Enfermeiros ajudam a construir um mundo mais saudável! Este dia também é vosso #ordemenfermeiros #ninguemestasozinho #oms #worldhealthyday
Fonte Ordem dos Enfermeiros
Humberto Domingues
Enf. Espec. Saúde Comunitária
2022.04.07
A SAÚDE QUE NÃO CABE NUM ALGORITMO Quando a tecnologia se torna inteligente, precisamos de comunidades capazes de produzir saúde Fonte i...